Casa da Liberdade Mário Cesariny inaugurada em Alfama

IMG_8156Foi inaugurada, hoje, em Alfama, a Casa da Liberdade Mário Cesariny (1923-2006). E que melhor local poderia ser encontrado para o efeito! Alfama enriquece-se com um espaço que recebe o nome de um vulto maior da cultura portuguesa – Cesariny, poeta, artista plástico, líder de movimentos surrealistas, em Portugal.

«A Estrada Começa» é o título da exposição inaugural, que reune obras inéditas de quatro figuras do movimento surrealista português: Cruzeiro Seixas, Isabel Meyrelles, Carlos Calvet e Mário Cesariny.

Na inauguração foi também lançada uma antologia poética organizada por Isabel Meyrelles, intitulada «Pós-Pessoa – Antologia do Surrealismo em Portugal e suas derivações».

IMG_8281A Casa da Liberdade é um projeto da responsabilidade do Coletivo Multimédia Perve, associação cultural sem fins lucrativos fundada em 1997, em parceria com a Perve Global, empresa proprietária das duas Galerias Perve, em Lisboa.

Instalada num imóvel recuperado[1], contíguo à Galeria Perve, a Casa da Liberdade foi criada com o objetivo de ser um espaço cultural para colher os espólios dos artistas surrealistas portugueses, apresentar exposições, vídeos, etc.

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[1]  Neste espaço funcionou durante muitos anos um restaurante, do qual, curiosamente, fui, nos anos 80 do século passado, proprietário –  Na altura chamava-se “O Barracão”.

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A torre Eifel ao anoitecer.

Sobre Paris está tudo dito, ou quase. As suas belas avenidas e praças, o seu património monumental, o Sena, os museus – tudo isso é sobejamente conhecido.

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Pormenor da Torre Eifel.

Não admira que os parisienses se sintam orgulhosos da sua cidade. Afinal, é conhecida como a capital da moda, do perfume, da arte, a cidade-luz, cosmopolita e moderna, imortalizada em obras de todos os géneros artísticos. Quem não deseja, uma vez na vida que seja, conhecer Paris?

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Exterior do Museu do Louvre.

Além do mais, Paris é uma cidade romântica. Aqui facilmente se imagina um casal apaixonado, abraçado junto ao Sena. Porém, para se poder usufruir em pleno desse romantismo, é preciso dinheiro. Paris é igualmente uma cidade cara, na verdade, uma das mais caras do mundo.

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Ponte sobre o Sena.

Isso não impede que seja também uma das mais visitadas. Se tivermos em conta, apenas, a receita anual das visitas à Torre Eifel, estaremos seguramente perante um valor fabuloso, na ordem dos muitos milhões de euros. Apesar de tudo isto, Paris não é a “minha” cidade. Não tem o clima que eu gosto, nem a calma, nem a paisagem, nem o mar. Prefiro Barcelona, ou Lisboa.